INVESTIGAÇÕES

Polícia investiga 600 pessoas suspeitas de envolvimento com pornografia infantil na região

Polícia investiga 600 pessoas suspeitas de envolvimento com pornografia infantil na região

Suspeitos foram descobertos durante investigações da Operação Black Dolphin

Suspeitos foram descobertos durante investigações da Operação Black Dolphin

Publicada há 1 mês

Policial investiga computador apreendido durante operação Black Dolphin — Foto: Arquivo Pessoal

Desde 2018, 150 pessoas foram presas em operações contra criminosos sexuais que atuam na internet na região

Da Redação

Seiscentas pessoas suspeitas de envolvimento com pornografia infantil estão sendo procuradas pelo Serviço de Inteligência da Delegacia Seccional de Rio Preto na região.

Os suspeitos foram descobertos em grupos na deep web (uma área da internet de difícil acesso, e com pouca regulamentação ), após investigação realizada pela Operação Black Dolphin, que resultou em 56 pessoas presas por pornografia infantil. 

Agora, a polícia tenta identificar os IPS (endereços eletrônicos) dos 600 suspeitos, para que assim consiga ter acesso ao endereço físico dos envolvidos e emitir mandados de busca e apreensão, e caso seja encontrado o material ilegal, ser realiada a prisão e flagrante do suspeito.

Desde 2018, 150 pessoas foram presas em operações contra criminosos sexuais que atuam na internet na região. Eles são normalmente encontrados em fóruns de debate e comunidades escondidas na deep web, onde utilizam codinomes e distribuem os vídeos e fotos através de programas de torrent, com a intenção de enganar a polícia.

De acordo com a lei, adquirir, possuir ou armazenar, em qualquer meio, material de pornografia infantil pode gerar pena de 1 a 4 anos, afiançável. Compartilhar, em qualquer meio, a pornografia infantil: pena 3 a 6 anos, inafiançável. Vender, expor à venda, trocar, disponibilizar ou transmitir pornografia infantil, assim como assegurar os meios ou serviços para tanto: pena de 4 a 8 anos, inafiançável. Produzir, participar e agenciar a produção de pornografia infantil: pena de 4 a 8 anos, inafiançável. Estupro vulnerável (abuso ou ato sexual): pena de 8 a 15 anos, inafiançável.

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