JUSTIÇA

Ação Civil Pública contra a Universidade Brasil é julgada improcedente

Ação Civil Pública contra a Universidade Brasil é julgada improcedente

“Agradecemos a confiança de toda a nossa comunidade acadêmica”, afirma Felipe Sigollo, reitor da Universidade Brasil

“Agradecemos a confiança de toda a nossa comunidade acadêmica”, afirma Felipe Sigollo, reitor da Universidade Brasil

Publicada há 4 meses

Da Redação

A Justiça Federal de Jales julgou improcedentes os pedidos formulados pelo Ministério Público Federal na Ação Civil Pública proposta contra a Universidade Brasil, em 2019, referentes à Operação Vagatomia.

Na ocasião foi feita uma devassa contra a universidade, cujo objetivo era, entre outros, realizar uma intervenção na instituição e descredenciá-la perante o Ministério da Educação, desativar o seu curso de Medicina e bloquear o seu acesso aos programas governamentais de FIES e PROUNI.

A sentença da Justiça Federal é recebida pela instituição com muita serenidade e respeito pelo papel do Poder Judiciário, em especial porque confirma a importância e a função social que uma Instituição de Ensino possui não só para a comunidade acadêmica, mas para a sociedade em geral, de modo que deve ser preservada.

Muito embora a Universidade Brasil tenha sofrido restrições por mais de 2 anos - agora revogadas - que lhes causaram danos materiais e imateriais sérios e imensuráveis, não deixou um só dia de lutar e continuar a desenvolver o sério trabalho de sempre, investindo em aprimoramento, governança, política de compliance, tudo para garantir integridade e qualidade em seus serviços educacionais, que são prestados com responsabilidade e compromisso social.

Importante ressaltar que a referida sentença gera tranquilidade não só para todos discentes da Universidade Brasil, mas também para todos os docentes e milhares de trabalhadores que acreditam e dependem da Universidade Brasil.

“Agradecemos a confiança de toda a nossa comunidade acadêmica e seguiremos trabalhando para contribuir com o desenvolvimento coletivo”, afirma Felipe Sigollo, reitor da Universidade Brasil.

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