POLÍTICA

Pinato: apoio ou oposição a Lula? E em relação ao governo Tarcísio? Dentro ou fora?

Pinato: apoio ou oposição a Lula? E em relação ao governo Tarcísio? Dentro ou fora?

Qual será o posicionamento do deputado com os governos federal e estadual?

Qual será o posicionamento do deputado com os governos federal e estadual?

Publicada há 2 meses

Transcorrido doze dias da decretação oficial dos resultados das urnas, emergindo como novas lideranças nacional e estadual Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Tarcísio de Freitas (Republicanos), respectivamente, eis que o deputado federal Fausto Pinato (PP), confidenciou-nos na última sexta-feira, 11, como se posicionará em relação a ambos, a partir de 1º de janeiro.

Ainda com relação partidária indefinida – o PP, oficialmente, ainda não se posicionou em relação ao governo petista e será situação no Estado paulista – o parlamentar fernandopolense antecipou-se e deixou claro como será sua atuação:

- em relação ao governo federal, Pinato ressalta que guiará seus trabalhos em consonância com as ações do vice-presidente eleito Geraldo Alckmin, com o qual nutre, desde seu primeiro mandato, laços de amizade. Ele ressaltou que o ex-governador conhece – e bem – Fernandópolis e a região e que aqui deixou suas marcas com a duplicação da Euclides da Cunha (a SP-320), o Lucy Montoro, a AME, dentre outras obras. Fausto disse que a sinalização de Lula e Geraldo é de um governo moderado e que sua postura será de independência, defendendo suas convicções, com forte atuação no agronegócio. “Não me furtarei de apoiar todas as pautas que foram de interesse de nosso país”, afirmou.

- já quanto à administração estadual do ex-ministro Tarcísio de Freitas, Fausto lembrou que tanto ele quanto seu partido, no Primeiro Turno estiveram com a candidatura de Rodrigo Garcia (UB), e aderiram a Freitas na segunda etapa da disputa e que ambos – pessoal e partidariamente – apoiarão o ex-ministro.

“Vamos trabalhar e torcer para ambos irem bem, afinal o povo brasileiro e o paulista merecem e precisam”, concluiu. 

Fernandópolis: quatro finais e dois títulos no 'Band Cidades Excelentes'

Fernandópolis conquista 1º lugar em duas categorias do Prêmio ‘Band Cidades Excelentes’

O prefeito André Pessuto recebe certificação da premiação. Foto: Divulgaçao/Secom de Fernandópolis

Vaga em quatro finais (Educação, Saúde/Bem Estar, Sustentabilidade e Final Geral) e primeira colocação nas categorias Saúde/ Bem Estar e Sustentabilidade, em concorrida premiação que levou em consideração os 645 municípios paulistas mediante avaliação do Instituto Áquila, por meio do índice IGMA.

Eis as ‘conquistas’ do município de Fernandópolis, através da atual administração André Pessuto e Artur Silveira, certificadas na noite da última quinta-feira, 10, na capital paulista, através do prêmio ‘Band Cidades Excelentes’.

Fernandópolis conseguiu índice máximo nos pilar Saúde/ Bem Estar, com 86,79 pontos, o maior entre os municípios que possuem de 30 a 100 mil habitantes. Já a Sustentabilidade se destacou para os elevados índices referentes ao Meio Ambiente, em especial projetos eficientes como o Disque-Árvore, Distrito Ambiental, 100% de coleta seletiva, esgoto e água tratadas e políticas de investimento ambiental.

Pessuto, após a premiação, comemorou as conquistas e enalteceu o trabalho dos servidores públicos municipais e lembrou que, pelo segundo ano consecutivo, Fernandópolis esteve dentre os melhores do Estado.

Clique aqui para ler a matéria completa.

*Conteúdo originalmente publicado na Coluna .Inside de sexta-feira, 11/11/2022.

A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) deve levar à votação de Plenário nos próximos dias um projeto de lei que eleva em extraordinários 50% os salários de servidores públicos estaduais.

As possibilidades de aprovação são altas. Altíssimas!

De início, ressalte-se que o Requerimento de Urgência foi aprovado no Plenário em menos de 20 segundos pelo presidente Carlão Pignatari, inclusive sem concessão de tempo para discussão.

Secundariamente, a iniciativa do projeto foi subscrita pelos seguintes líderes partidários: Gilmaci Santos (Republicanos), Ricardo Madalena (PL), Márcia Lia (PT), Jorge Caruso (MDB), Delegado Olim (PP) e Analice Fernandes (PSDB), o que já é garantia de maioria de votos.

Mas, servidores públicos estaduais, acautelem-se!

Os beneficiários do aumento salarial de 50% - que deve viger a partir de janeiro próximo - não atinge toda a categoria do funcionalismo público estadual. Muito ao contrário! Ele beneficia apenas determinados graduados da gestão estadual. A saber: governador, vice, 23 secretários de Estado e mais quatro ocupantes de pastas extraordinárias, ou seja, todo o primeiro escalão do governo paulista e deve repercutir naquelas categorias que têm o vencimento do governador como base.

Pela proposta, o salário do vice passa de R$ 21.896,27 para R$ 32.844,41, e o dos secretários estaduais, de R$ 20.743,72 para R$ 31.115,58. O futuro governador Tarcísio de Freitas receberá R$ 34,5 mil, contra R$ 23 mil atualmente do atual governador Rodrigo Garcia.

Ou seja, o grosso dos trabalhadores estaduais – que recebe de um a dois salários mínimos - continuará à mingua.

Duas tentativas de votação em Plenário já foram feitas, com ambas infrutíferas em virtude de falta de quórum dos parlamentares.

Há! Fundamentando a medida, seus defensores argumentam que o último aumento do primeiro escalão do governo paulista teve foi em março de 2019, durante o primeiro ano da gestão João Doria (sem partido) e Rodrigo Garcia (PSDB). Nesse período (de 2019 até agora), a inflação oficial foi de 24,69, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do IBGE.

*Conteúdo originalmente publicado na Coluna .Inside de quarta-feira, 09/11/2022.

A falta de adesão popular ao movimento grevista apregoado e propagado em grupos bolsonaristas de redes sociais, contra o resultado das eleições (no singular, pois somente se contesta a federal e não as estaduais e as legislativas) acabou resultando, até agora, no fracasso daquele que muitos assinalavam como o 'xeque mate' governista.

Em Fernandópolis, por mais que um grupo de Whatsapp que cumula cerca de 50 empresários, muitos dos quais com renome público e ostentando empresas com respeitabilidade e tradição, defendesse o ato e afirmassem que seus comércios adeririam ao ato, o que seu visualizou ontem, 08, vou exatamente o contrário.

Parcos estabelecimentos, que se somam em dedos de duas mãos, aderiram ao movimento e, a maioria deles, parcialmente.

"Estamos atendendo somente clientes antigos e não ao público", informou um deles; outro lembrou que somente receberia pedidos por telefone e outro que ainda poderia descer as portas, por completo.

O planejamento original era de que os empreendimentos vinculados ao grupo social cerrassem as portas nesta terça, 08/11/2022 e ficassem fechadas por tempo indeterminado.

A Associação Comercial e Industrial de Fernandópolis (Acif) informou que é “uma entidade privada, não se manifesta partidariamente, até mesmo por impedimento estatutário, já que representa a todos os associados de um modo geral, não podendo estar de um lado em detrimento de outro, pois que estamos diante de dois posicionamentos políticos divergentes”.

A entidade ressaltou que, de modo geral, os empresários não aderiram à greve e que não houve qualquer contato oficial sobre paralisações e que as decisões são de caráter individual dos empreendedores.

Em Votuporanga, há a confirmação de que apenas duas empresas, uma do setor moveleiro, aderiram ao movimento e não produziriam a partir da data.

A Associação Comercial de Votuporanga (ACV) afirmou que a escolha (pela greve ou não) “é uma escolha pessoal e que a associação não acompanhará isso e não se posicionará”.

Em Rio Preto, a Associação Comercial e Industrial (Acirp) informou através do presidente Kelvin Kaiser que dez estabelecimentos situados na área central da cidade fecharam as portas na segunda-feira, 07. Ainda não há números sobre o dia de hoje e o movimento não tem o apoio da entidade empresarial e nem do Sincomércio, sendo de adesão facultativa, embora a entidade tenha feito movimento que saiu do Centro Regional de Eventos convidando os empresários a fechar as portas e aderir à greve. A adesão foi muito pequena.

Em Jales houve três tentativas frustradas de paralisações empresariais (duas na semana passada e uma nesta), sendo que a Associação Comercial e Industrial de Jales (Acij) afirmou em Nota Oficial que “não participa de nenhum movimento relacionado às eleições presidenciais e também não foi comunicada e não tem conhecimento sobre possíveis paralisações em empresas de Jales. A Acij recomenda o funcionamento normal do comércio jalesense, bem como de indústrias e prestadores de serviços”.

É... O plano de fechar o comércio, o agro e o transporte, ao menos por enquanto, falhou e sem um fundamento de magnânimo porte, daquele capaz de abalar a estrutura da República, com embasamento fático e jurídico, está fadado a um gradativo esvaziamento.

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